Rasgo o meu ego para que meu amor
Seja completo,
Se derramar os meus defeitos
Com as suas qualidades,
Começaremos a ser um sem manchas
E reservas, metade do outro por inteiro.
Se os nossos olhos nos condenarem,
Temos apenas uma chance para reconciliação,
O que está entranhado na veia nos dá força,
O tocar a boca denúncia o molhar a roupa,
O suor da pele descendo sem cerimônia
Num ato contínuo,
O abraço seja maior que o afeto,
Descobrindo dentro de nós o início
Das nossas loucuras!
O murmúrio dos nossos gemidos,
Atraem várias madrugadas,
E uma lâmpada acende a mente,
Nos momentos que estamos tão entrelaçados
Até a alma.
Nem o sol nos atrapalha depois
De uma noite clareando,
Sem querer damos risadas e beijos,
Com as luzes apagadas!
Meu jardim é mais florido como verde
Das florestas, das montanhas.
O meu mundo é encantado como suave
Brisa da primavera.
O nosso inverno chega fora do tempo,
O namoro é a delícia que não
Esvai-se como o vento,
O meu amor é um vulcão incandescente,
Que desperta a todo momento!
Livro: Mar de Poesias