VULCÃO

Poesia Amorosa | Celso Custódio
Publicado em 19 de Fevereiro de 2026 ás 14h 52min

Rasgo o meu ego para que meu amor

Seja completo,

Se derramar os meus defeitos 

Com as suas qualidades,

Começaremos a ser um sem manchas

E reservas, metade do outro por inteiro.

 

Se os nossos olhos nos condenarem,

Temos apenas uma chance para reconciliação,

O que está entranhado na veia nos dá força,

O tocar a boca denúncia o molhar a roupa,

O suor da pele descendo sem cerimônia

Num ato contínuo,

O abraço seja maior que o afeto,

Descobrindo dentro de nós o início

Das nossas loucuras!

 

O murmúrio dos nossos gemidos,

Atraem várias madrugadas,

E uma lâmpada acende a mente,

Nos momentos que estamos tão entrelaçados

Até a alma.

Nem o sol nos atrapalha depois 

De uma noite clareando,

Sem querer damos risadas e beijos,

Com as luzes apagadas!

 

Meu jardim é mais florido como verde

Das florestas, das montanhas.

O meu mundo é encantado como suave

Brisa da primavera.

O nosso inverno chega fora do tempo,

O namoro é a delícia que não 

Esvai-se como o vento,

O meu amor é um vulcão incandescente,

Que desperta a todo momento!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Livro: Mar de Poesias

Comentários

Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.