Minha vida passa por um fio
dos fios de nylon de uma corda.
Dei um salto para o além:
a ponte se rompe
quedo ao chão.
Choro a dor da covardia,
odeio a minha consciência doentia.
Amo a vida?!
Trancado no banheiro,
sobre o vaso o vazio sentido.
Já me olhei no espelho
- Que horrível!
Imagens do além
com uma arma na mão.
Gatilho que não aperto,
se aperto, não lhe conto.
Choro a dor da covardia.
Odeio minha consciência doentia:
Amo a vida.
Comentários
A face da morte....
Quão sentimental suas palavras, chega a ser melancólico ????????, apaixonante
Uma covardia altruísta...viva a vida
Contagiante, toca o fundo da alma, causa arrepios, sentimento frio ou covardia que salva! ?????????????????????????????????
Acredito que muitas pessoas se veem assim.
A vida me vale nada, e eu faço por menos! Os anos me deixam na estrada, e menos do que pago é impossível! Belo poema, adorei o toque final....genial!
A vida é ouro!
Essa é a hora em que a covardia se torna virtude. Enquanto essa ação perdurar uma alma estará à salvo de um destino vil! Poema de muita reflexão. Parabéns!
Viva a vida, ela foi feita para regozijar Só Deus a pode tirar Não a covardia Vamos nos amar!