SOLIDÃO QUE VIRA POESIA
| | 2025 - Antologia Elide Lopes e Convidados | Fátima CordelistaPublicado em 16 de Julho de 2026 ás 20h 49min
Solidão que Vira Poesia
Quando o mundo cala, a alma fala alto.
E eu pego caneta.
Transformo falta em metáfora.
Transformo noite em verso.
Transformo "ninguém" em "eu mesma".
Solidão que vira poesia é alquimia.
É pegar o vazio e fazer dele sala, palco, jardim.
E no fim,o que era ausência vira presença.
Na página.
No peito.
Em quem ler e disser:
"era isso que eu sentia e não sabia dizer”!
[14/07/2026] Fátima Cordelista: