O sol já existia quando ela resolveu
despir-se de pensamentos.
Sem sucesso, o entardecer trouxe
de novo aquilo que a pertencia.
A relevância do seu respirar não estava
somente em manter-se viva.
Mas, poder refletir sobre si mesma
todos os dias.
E mesmo com suas fugas mais retratadas,
percebeu de que nada adianta se enconder.
É preciso vencer os seus medos
e entender seu caminho.
Ela espera não ser novamente roda gigante,
que apesar de estar em constante movimento,
continua no mesmo lugar.
Comentários
Belo poema à lua. Dizem que ela está sempre à espera dos amantes, seresteiros, vagabundos e dos poetas! Parabéns!
Parabéns!
Ótimo poema. Parabéns!
Estar sempre no mesmo lugar também pide ser compreendido como una postura de guardiã, que protege e ilumina quem muito se locomove.