REDEMOINHO DE VENTO

Poemas | Celso Custódio
Publicado em 08 de Janeiro de 2026 ás 17h 25min

Os meus pés caminham desolados

Seguindo os teus,

Faro do não errado amargo fel,

Sorriso destroçado envergonhado véu,

O calor de sua pele acende o seu corpo

Corpo ao meu!

 

Luto para resplandecer

O que vem de dentro,

É como uma lamparina

No redemoinho de vento,

Não espere as alegrias,

Disfarçadas em pratos,

Não é toda melodia

Que se torna em canto!

 

Deixe que a paz preencha

Seu interior,

Descubra um paraíso

Numa ilha sem pudor,

Deixe o mar levar a solidão

Na profundeza do oceano,

Aviva um amor maduro

Refletir todo esse ano!

 

A busca da sua amada

Não está dispersa em esquina,

São tantas madrugadas

Que a lua sente-se menina,

Não dá para esconder o rosto

Sem cobrir os olhos,

Quanto mais arde em paixão,

O ciúme apaga o fogo!

 

 

 

 

 

Livro: Mar de Poesias

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