Quando a noite invade a alma

Ensaios | | Luciana Kelm
Publicado em 20 de Março de 2026 ás 20h 49min

Ó meu amor, meu tormento, minha paixão!

Por que me condenaste a amar-te com tanta intensidade e desesperança?

Meu coração é um abismo sem fundo, um poço de lágrimas e sangue que não cessa de fluir.

Eu te amo tanto... ahh! Como eu o AMO!

Esse amor que me consome, me devora como um fogo que não pode ser apagado.

Eu me sinto como uma criatura condenada a vagar pelas ruas escuras e desertas da vida, sem esperanças de encontrar refúgio ou consolo.

Meu amor por ti é uma maldição que me persegue, um fantasma que me assombra a todo o momento.

Será que serei amada apenas na minha partida?

Será que apenas quando eu estiver morta você perceberá o amor que te dediquei?

Ah amor meu, não me faça isso!

Não me condene a uma vida de solidão e uma morte de desespero.

O teu silêncio me sepulta.

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