No meu peito mora um jardim invisível,
onde o tempo caminha sem me ferir.
Cada memória é pétala sensível,
que aprende, no meu silêncio, a florir.
O vento leva o que já foi peso,
a luz me devolve o que é canção,
e o amor, esse segredo aceso,
chega e faz morada no meu coração.
Se a noite vem com passos frios,
acendo versos como lampião,
palavras são pequenos rios
lavando o medo da escuridão.
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Lindo demais, você fez uma espécie de ode ao amor, o comparou há um jardim iluminado, talvez por estrelas, talvez por vagalumes, ou talvez simplesmente pelo próprio sentimento, brilhante!
Keila Rackel Tavares | 01/02/2026 ás 20:20 Responder Comentários