A alegria bateu em minha porta
Saiu cedo logo em seguida,
Não hesitou a esperança chegar,
Enquanto a tristeza estava lá fora,
Encontrou a saudade em comunhão
De bens e saíram juntos com a liberdade!
O desespero ficou em pânico,
Quando o descontrole pediu calma,
Já havia perdido a paciência logo de cara,
O mau humor tomou conta de todos,
Quando a estupidez descutiu com a
Desonestidade que durou longas horas.
A intoletância media forças
Com o preconceito que generaliza tudo,
A falta de educação partiu para cima
Do mau entendido para tirar satisfação,
Como a grosseria já estava no auge
Do tumulto, pediu para dá um tempo.
O medo tomou conta enquanto a covardia
Levantava os braços em busca de uma
Passagem livre.
O rancor aguardou a violência se cansar
Para desferir vários golpes.
O perdão todo machucado não aguentou
Os ferimentos e morreu ali mesmo,
Na frente de todo aquele espetáculo!
Livro: Mar de Poesias