Há versos que nascem leves
como quem aprende a sonhar,
trazem brilhos escondidos
no jeito simples de olhar.

 

Moram nas coisas pequenas,
no vento a se movimentar,
num riso solto e tranquilo,
num gesto leve de amar.

 

Não pedem forma perfeita,
nem querem se explicar,
apenas tocam de leve
quem decide escutar.

 

E assim seguem quietinhos,
sem pressa de se mostrar,
encantam sem fazer força,
como quem sabe encantar.

Comentários

Que encanto é este poema. Deixo minhas palmas.

Eidi Martins | 17/03/2026 ás 19:38
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