A existência é um livro que se fecha, e o último suspiro é exalado. O que resta? A escuridão, o silêncio e a solidão.
A saudade é uma ilusão, um sonho que se desvanece, deixando-nos com a dor da perda.
As lágrimas caem como gotas de chuva sobre o coração, lavando a poeira da alma, mas não limpando a ferida. A dor permanece, como uma chaga que nunca sarará.
As palavras não proferidas ressoam na mente, um lamento por tudo o que poderia ter sido.
Mas agora é tarde demais, e o que poderia ter sido nunca será. As lembranças de momentos compartilhados são apenas um lembrete daquilo que foi perdido. Um lembrete daquilo que nunca mais será.
E, acima de tudo, o amor. O amor que foi perdido, o amor que foi destruído. O amor que agora é apenas uma memória distante, uma lembrança daquilo que nunca mais será.
E é essa dor que nos faz continuar, que nos faz respirar, que nos faz viver. É essa dor que nos faz saber que, mesmo quando tudo parece ter chegado ao fim, há sempre algo que resta, algo que nos faz lembrar que a vida é apenas uma sombra daquilo que poderia ter sido.