O Bailar das Pitombas
Há algo no ar que não se pode alcançar,
A flora brasileira e toda a sua beleza,
Com uma força exótica a expressar
O impacto profundo da natureza!
Meus olhos grandes não cansam de admirar,
Tão salientes como uma dança que fizemos Kizomba,
Que não conseguem mais parar,
Pois, seus olhos são de Pitomba.
Sou Tupi, e o Brasil foi meu destino,
A minha ancestralidade encantou o mundo,
Quando uma pitombeira cruzou meu caminho,
Deixou um legado de traços profundos.
Tem novena todo mês de maio,
Pitombas maduras caindo do cacho,
Fartura que enche muito balaio,
Pitombeira frondosa à beira do riacho!
Nativa da floresta amazônica,
De sabor doce e levemente azedos;
Uma fruta naturalmente exótica,
Usada em geleias, compotas e sucos!
Já a casca desta frutinha redonda
Podemos transformá-la em farinhas;
Preparadas e colocadas em forminhas,
No belo pão e biscoito se aninha,
Com prazer, esta é a deliciosa Pitomba.
Edbento
Comentários
Mui belo! Mais um poema explorando asa grandezas entre as frutas do Brasil!
Lorde Égamo | 29/08/2025 ás 12:34 Responder Comentários