Sinopse:
Um poema sobre caminhar ferido pela própria escuridão, reconhecer as prisões internas e, mesmo em silêncio, perceber o nascimento da luz que conduz à esperança e à redenção.
No Final do Túnel
Na escuridão caminhei,
meus pés feridos
buscavam descanso.
Mas eu não via.
Minha alma sofria,
meu coração sangrava
na escuridão que eu seguia.
Reguei as feridas
que em mim cresciam,
me tornei escravo
daquilo que me prendia.
Até que, no silêncio da dor,
uma luz em mim nascia,
rompendo a noite escura
que por tanto tempo me envolvia.