Minha terra, meu valor, minha ilha do amor.
Cordel | Relato | Keila Rackel TavaresPublicado em 01 de Junho de 2026 ás 10h 09min
Minha terra, meu valor, minha ilha do amor.
Keila Rackel Tavares.
Sou nordestina ludovicense sim senhor, terra de gigantes das letras, outrora já foi conhecida como a Atenas Brasileira, pois neste chão de pedra sabão já nasceram e ainda hoje nascem poetas, poetisas, romancistas e contistas, ou seja, a nata antiga e contemporânea da arte literária. Quero também ressaltar a nossa cultura popular, dentre elas temos: Bumba meu boi, Cacuria e o reggae romântico que é dançado coladinho, esse é o nosso jeitinho de preservar a raiz africana que temos. Alem disso, há aqui vários causos e lendas desde o do beco do quebra bunda, o da bosta e a lenda da carroagem de Ana Jansen, todas baseadas em fatos reais que foram contadas e recontadas por nossos ancestrais, mas como já dizia o velho ditado: quem conta um conto, sempre aumenta um ponto, não sei o que é fato, ou fake, o que sei com certeza que a minha terra tem muita riqueza.
Comentários
Esta crônica é um manifesto de afeto e acolhimento. Neste texto há um rico simbolismo que ousa imortalizar a beleza da alma do lugar através dos olhos da escritora!
Obrigada, você entendeu perfeitamente a intensidade do meu texto!
O nordeste sempre foi e sempre será um dos maiores polo culturais do Brasil, aqui nasceram, Castro, Amado, Suassuna, Raquel de Queiroz, Patativa de Assaré, Itamar Vieira Lima entre outros. Mas o primeiro a gente nunca esquece: Gregório de Matos, o Boca de Inferno. Viva o Nordeste, Viva o Brasil!