Fujas pássaro
Poemas | Rosilene Rodrigues Neves de MenesesPublicado em 10 de Janeiro de 2026 ás 16h 10min
Fujas pássaro vá dormir noutra noite sem luar,
O vento frio assobia, uma canção sem cor,
E a escuridão se estende, um manto sem fim,
Onde os sonhos se perdem, sem achar calor,
A alma busca um porto, longe da dor,
Enquanto a saudade aperta, com seu terror.
A saudade aperta, com seu terror,
Lembranças dançam lentas, na noite sem luar,
O coração sangra, inundado de dor,
A esperança se esvai, perdendo a cor,
A vida segue em frente, sem amor,
E o tempo não espera, pelo seu fim.
E o tempo não espera, pelo seu fim,
Trazendo consigo, um profundo terror,
Afogando a alma, sem amor,
Na melancolia densa, da noite sem luar,
Onde a alegria se esconde, sem cor,
Deixando apenas vestígios, da antiga dor.
Deixando apenas vestígios, da antiga dor,
A angústia persiste, até o fim,
Pintando o céu de cinza, sem cor,
O medo domina, com seu terror,
Na solidão cruel, da noite sem luar,
Um eco vazio, de um antigo amor.
Um eco vazio, de um antigo amor,
O passado assombra, causando dor,
Perdido na vastidão, da noite sem luar,
Um tormento eterno, até o fim,
A sombra se alonga, com seu terror,
Apagando a luz, roubando a cor.
Apagando a luz, roubando a cor,
Uma ferida aberta, sem amor,
O desespero grita, com seu terror,
A escuridão reina, causando dor,
Em cada instante, até o fim,
Na agonia muda, da noite sem luar.
Na noite sem luar, a dor rouba a cor,
O terror do fim, a dor sem amor,
Fujas pássaro vá dormir.