Estou perdida
Poemas | Rosilene Rodrigues Neves de MenesesPublicado em 08 de Janeiro de 2026 ás 15h 25min
Estou perdida no abandono das estrelas,
Um vazio imenso, um céu sem cor e som,
Onde a saudade dança entre as horas,
E o silêncio grita em meu pobre coração,
Afogando a esperança em cada vão,
Como a areia escorre entre os meus dedos em vão.
A areia escorre entre os meus dedos em vão,
Lembrando promessas feitas sob as estrelas,
Juramentos quebrados, ilusões no vão,
Que ecoam na solidão como um tom,
Um lamento constante em meu pobre coração,
Deixando apenas a dor e o abandono, som.
Um som distante que relembra o abandono,
E a certeza que meus esforços são em vão,
Pois a escuridão tomou meu coração,
E me sinto tão pequena sob as estrelas,
Sem encontrar alívio, sem mudar o tom,
Apenas sombras dançando no vão.
Sombras que se movem no infinito vão,
Como fantasmas que sussurram o abandono,
Em um tom melancólico e sombrio tom,
Onde a luz se perdeu, um sonho em vão,
E a tristeza reside sob as estrelas,
Consumindo a alegria do meu pobre coração.
Na escuridão, reside meu pobre coração,
Onde as lembranças pairam no vazio vão,
Refletidas no brilho frio das estrelas,
Que testemunham meu sofrimento, meu abandono,
Um ciclo eterno, uma busca em vão,
Em um murmúrio constante, o mesmo tom.
Eterna repetição, sempre o mesmo tom,
A dor persiste em meu pobre coração,
Buscando um escape, um sentido em vão,
Nesta jornada de angústia e abandono,
Enquanto contemplo a vastidão sem vão,
O brilho distante e frio das estrelas.
Estou perdida no abandono das estrelas,
Um tom sombrio ressoa em meu pobre coração,
Nesta busca eterna, sempre em vão.