?Na mesa, o encontro de duas missões,
Que regem o ritmo de dois corações.
De um lado, a agilidade de quem não vacila,
O zelo de mãe que o controle destila.
?A caneta do Matheus, aos dez começou,
Hoje, aos dezesseis, o homem brotou.
Meu "docinho" de fibra, de sorte e de luz,
Que enfrenta o caminho e a vida conduz.
?Minha caneta de mãe, atenta e veloz,
É o acalento que empresta a voz.
Escrevo aos pais que o susto parou:
A felicidade aqui nunca se apagou.
?Se a insulina é a regra que o corpo mantém,
Minha tinta é o afeto que vai mais além.
Sou mãe, sou escritora, sou porto e sou guia,
Provando que o doce está na nossa alegria.