O sol nasce mando dourado espelhando na água 

O rio corre calmo, levando embora a correnteza 

Linha esticada, anzol na espera 

O peito se enche da paz da primavera. 

 

Na margem de terra, o tempo silêncio  

A brisa que sopra traz calmaria 

Caniço de bambu curvo no barranco 

O mundo lá fora descanso no barco 

 

De repente o puxão, boia sumiu 

O coração salta, linha tinindo 

Briga bonita na força da correnteza 

O peixe fisgado alegria na mente. 

 

História de pescador que o vento leva 

No fim do dia, a noite chega 

Caixa cheia no fim da jornada 

A melhor pesca e a alma renovada. 

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