Nos tornamos tão banal,
com a sociedade.
Nos perdemos de nossas versões...
ingênuas e descontraídas.
Em que momento perdemos a nossa essência?
Em que momento nos perdemos daquela versão?
Qual é o preço de viver?
É vender a nossa alma,
para o cotidiano e monotonia.
A vida... o mundo real
nos consomes a um ponto que nos assusta.
Deixamos pelo caminho uma parte de nós mesmo.
Perdemos? Ou sufocamos ?
Nossa essência com banalidades cotidianas e momentâneas.
Como isso acabou assim?