Há quem percorra seus versos
como quem toca o invisível,
sem saber de onde nasce
o que se torna sensível.

 

E em cada linha suspensa
algo começa a vibrar,
não é apenas leitura,
é outra forma de sentir o ar.

 

Quem lê nem sempre entende,
mas sente sem explicar,
como se dentro do peito
houvesse algo a despertar.

 

E ao fechar cada poema,
leva consigo, sem ver,
um pedaço daquilo
que a poetisa fez viver.

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