AMOR E DESENCONTROS

Poemas | Celso Custódio
Publicado em 27 de Janeiro de 2026 ás 14h 53min

Pensei caminhar junto as sombras

Das palmeiras,

Desenhar os rios que desembocam

Próximo as fontes de águas doces,

Aplaudirem a natureza logo ao pôr do sol,

Ministrar a noite e passear no resplendor

Das estrelas!

 

É que as ondas não vem em direcões

Opostas,

Nem os peixes dormem quando

As águas estão bem tranquilas,

O mar é o desconhecido que todos acham

Que conhecem,

O medo é um grito que logo

Desaparece!

 

A profundeza desse abismo  traz 

Tanta surpresa,

Sai do seu esonderijo um mundo

Que me apavora,

O que doma vira presa e aproveita

A carne do que é dominado,

É a força da lei, o fraco é o mais desejado!

 

Aquieto-me sem perder as oportunidades,

As mãos também são provas e veracidades,

Encho-me de coragem para espantar

A covardia estampada nos olhos,

Corro risco para que possa sair vitorioso,

É fácil desistir quando não há mais

Água no fundo do poço!

 

Luz só aparece quando há imensidão

De trevas,

Enxergamos só o que queremos ver,

E ficamos cegos para o futuro.

Só há amor quando os sentimentos

Se encontram,

Só existe a dor quando há desencontro

Do amor!

 

 

 

 

 

 

 

Livro: Mar de Poesias

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