A Força do Infinito
Poemas | Poemas | Carlos OnkowePublicado em 17 de Novembro de 2024 ás 12h 06min
Eu sou o som do vento que corta os vales,
O sussurro das águas em sua dança milenar,
Sou o grito das estrelas nascendo em abismos,
E o silêncio do universo em seu pulsar.
Carrego o peso das montanhas nos ombros,
E o fogo que arde no coração da terra.
Sou a memória de cada lágrima caída,
E a promessa do amanhã que nunca encerra.
Eu sou o voo das águias rasgando o céu,
O rugido da tempestade em sua fúria sem fim.
Sou o cais onde chegam os sonhos perdidos,
E o farol que guia quem já não crê em si.
Nasço no encontro de todas as esperanças,
No abraço dos que se reencontram após a dor.
Sou a poesia que se esconde nas sombras,
E a luz que revela o mais puro amor.
Se me buscas, estarei nos mistérios do tudo,
Naquilo que vês e no que não sabes ver.
Sou o eterno, o efêmero, o começo e o fim.
Sou a vida em seu desejo de renascer.
Comentários
Oi, Carlos, me espanto contigo, um assombro, um grito, seria um desatino, desafios as leis da normalidade, complexo! Palavra chave para decifrar o enigma por trás de suas palavras, pois os olhos das esfinges são nada comparado ao tão fundo você parece me conhecer.
Oi Keila! Como você está? Nossa! Fico sem palavras com seu comentário. Minha intenção foi fazer um poema incrível para os meus leitores e comecei a viajar no tempo e no espaço, então me sobrevieram algumas palavras. Fico feliz que você se sentiu, de alguma forma, tocada. Gratidão!