A Casa Interna
O eu como morada simbólica tem a necessidade de limpeza, reorganização e abertura das janelas psíquicas.
Há cômodos de nós que ninguém visita.
Memórias que dormem embaixo dos tapetes da consciência.
Limpar-se também é ritual.
Habitar-se é o verbo mais íntimo do existir.
Comentários
Veja Mais
Feliz aniversário, Franciele!
Publicado por Editora Ações Literárias ás 13/04/2026 ás 14:40Entre histórias e versos do dia a dia, palavras simples ganham novos sign...
Publicado por Editora Ações Literárias ás 13/04/2026 ás 14:39Entre histórias e versos do dia a dia, palavras simples ganham novos sign...
Publicado por Editora Ações Literárias ás 13/04/2026 ás 14:38Entre histórias e versos do dia a dia, palavras simples ganham novos sign...
Publicado por Editora Ações Literárias ás 13/04/2026 ás 14:38Com imenso carinho grande abraço Nobre poetisa Isolti
Publicado por Eidi Martins ás 11/04/2026 ás 18:12