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VERSOS EM CHAMAS E MARESIA - PREFÁCIO
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Keila Rackel Tavares Poesia AmorosaEntre o toque e o silêncio
Elcias SilvaO MAIOR FEITO DO AMOR
Eidi Martins Prosa PoéticaO encontro de dois rodos
Leinadcomentários
O poeta utiliza a estrutura de uma prece religiosa para denunciar a miséria e a invisibilidade humana e social. Nessa "Ladainha" o escritor, ao invés de pedir por graças, milagres, bênçãos religiosas, clama pelos famintos, sem teto, sem sobrenome, os desvalidos. Parabéns pelo belo poema! Parabéns, também,. pelos neologismos, dignos de um mestre literato!
Lorde Égamo | 06/03/2026 ás 16:05Texto: LADAINHA DOS FAMINTOS
Mui lindo, essência de amor aflorando a cada verso!
Edson Bento | 06/03/2026 ás 15:57Texto: CHAMAS ARDENTES
Posso dizer que este rascunho já é um obra de Deus, perfeita!
Edson Bento | 06/03/2026 ás 15:53Texto: RASCUNHO DE MIM
Belíssima Poesia!
SERGIO EDUARDO DA SILVADa Silva | 06/03/2026 ás 15:40Texto: RASCUNHO DE MIM
Maravilhoso adorei parabéns sucesso sempre
Maria Lurdes | 06/03/2026 ás 15:37Texto: RASCUNHO DE MIM
Dentro da alma do poema a sempre um rascunho secreto... Perfeito...
Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 06/03/2026 ás 15:37Texto: RASCUNHO DE MIM
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“Fazer parte da Família Literária tem se tornado uma experiência extremamente enriquecedora. A cada ano a Família Literária cresce, se engrandece e se fortalece. Através dela nos conectamos a tantas outras pessoas com objetivos comuns e essas trocas e interações favorecem o aprendizado e o nosso crescimento como escritores e como seres humanos.”
Sinop-MT
“
Fazer parte dessa Família abre nossos horizontes e desperta o melhor que podemos ser e construir uns com os outros. Sou grata por ter encontrado a Família Literária. Recomendo a todos que queiram se conectar com a escrita, e com grandes escritores contemporâneos que valorizam a arte das palavras e a sua sensibilidade, escrita que nos conecta toca a alma insistente e latente que pulsa em nós, somos fragmentos de estrelas a iluminar e a buscar por iluminação. Forte abraço.
”Sinop-MT
“
Minha Travessia Literária
Durante muito tempo, guardei meus escritos como quem protege um segredo. Poesias rabiscadas em cadernos antigos, contos inacabados dormindo em gavetas, sentimentos soltos esperando um espaço para respirar. Eu escrevia, sim — mas em silêncio.
"Até que um dia, no grupo da escola, postaram um link: um concurso de poesia. Pequeno nos detalhes, mas imenso nas consequências. Foi o empurrão que eu não sabia que precisava. Com o coração apertado, enviei um poema. E o que aconteceu depois foi ainda mais surpreendente: fui uma das vencedoras do concurso Sinop, em Versos, conquistando o terceiro lugar. Não foi apenas uma vitória — foi um abraço da vida, dizendo que eu podia. “Foi assim que conheci a família literária.
Fui acolhida de forma tão generosa que, pela primeira vez, senti que minhas palavras tinham casa. Cada mensagem, cada gesto, cada incentivo vindo dessa família me fez querer não apenas escrever mais, mas me reconhecer como escritora. Eles não apenas leram meus textos — eles me enxergaram. E isso não tem preço.
Aos poucos, fui tirando da gaveta meus esboços, reconstruindo contos esquecidos, dando voz a crônicas guardadas e permitindo que a poesia fluísse como rio em tempo de cheia. A escrita, antes tímida, tornou-se um grito de pertencimento.
Por isso, hoje, deixo registrada minha mais profunda gratidão à família literária. Vocês foram farol, terreno fértil e aconchego. E, mais do que tudo, me mostraram que palavras bem acolhidas florescem.
De coração aberto, obrigada por me fazer parte.
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