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Lorde Égamocomentários
Contos é um dos meus gêneroa literários favoritos. Ainda estou aprendendo a escrever contos. É fantástico ler um conto e imaginar suas possíveis variações e desfechos, é como ele pedisse uma continuidade pelo leitor.
Manoel R. Leite | 01/04/2026 ás 14:38Texto: Por que o conto é um dos gêneros mais difíceis de escrever?
Ótimas sugestões, algumas delas já utilizei. Inclusive tenho um conto chamado "Na fila", não é de supermecado é de agência bancária. Obrigado pelas sugestões.
Manoel R. Leite | 01/04/2026 ás 14:33Texto: 10 ideias de contos simples
A Travessia da Palavras cultiva desafios e enriqussem o pensar, escrever e ser.
Manoel R. Leite | 01/04/2026 ás 14:27Texto: As antologias mensais da Família Literária: um caminho de construção coletiva
Escrever enquanto todos dormem. Isso me é familiar...
Manoel R. Leite | 01/04/2026 ás 13:59Texto: O caderno que ninguém lê
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SERGIO EDUARDO DA SILVADa Silva | 01/04/2026 ás 13:55Texto: REVOLUÇÃO
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Keila Rackel Tavares | 01/04/2026 ás 12:15Texto: Saudades de Deus
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Sinop-MT
“"Fazer parte da Família Literária é como abrir as janelas da alma para o mundo. Aqui, minhas palavras encontraram morada, minha voz encontrou eco, e meu sonho de escrever ganhou asas. A cada antologia, a cada projeto, sinto que cresço não apenas como escritora, mas como ser humano. É mais do que literatura é afeto compartilhado, é inspiração coletiva, é vida pulsando em versos e histórias. Gratidão por esse espaço que acolhe com tanto respeito, incentivo e paixão por aquilo que realmente transforma: a palavra."”
Sinop-MT
“
Minha Travessia Literária
Durante muito tempo, guardei meus escritos como quem protege um segredo. Poesias rabiscadas em cadernos antigos, contos inacabados dormindo em gavetas, sentimentos soltos esperando um espaço para respirar. Eu escrevia, sim — mas em silêncio.
"Até que um dia, no grupo da escola, postaram um link: um concurso de poesia. Pequeno nos detalhes, mas imenso nas consequências. Foi o empurrão que eu não sabia que precisava. Com o coração apertado, enviei um poema. E o que aconteceu depois foi ainda mais surpreendente: fui uma das vencedoras do concurso Sinop, em Versos, conquistando o terceiro lugar. Não foi apenas uma vitória — foi um abraço da vida, dizendo que eu podia. “Foi assim que conheci a família literária.
Fui acolhida de forma tão generosa que, pela primeira vez, senti que minhas palavras tinham casa. Cada mensagem, cada gesto, cada incentivo vindo dessa família me fez querer não apenas escrever mais, mas me reconhecer como escritora. Eles não apenas leram meus textos — eles me enxergaram. E isso não tem preço.
Aos poucos, fui tirando da gaveta meus esboços, reconstruindo contos esquecidos, dando voz a crônicas guardadas e permitindo que a poesia fluísse como rio em tempo de cheia. A escrita, antes tímida, tornou-se um grito de pertencimento.
Por isso, hoje, deixo registrada minha mais profunda gratidão à família literária. Vocês foram farol, terreno fértil e aconchego. E, mais do que tudo, me mostraram que palavras bem acolhidas florescem.
De coração aberto, obrigada por me fazer parte.
”
Curitiba-PR
“
Amigos,
que nossas mãos nunca se esqueçam do peso sagrado das palavras,
nem nossos olhos desaprendam a ver beleza nas frestas.
Somos artesãos do invisível.
Costuramos silêncios com letras,
erguemos pontes onde antes havia abismos,
damos nome ao que dói e forma ao que insiste em nascer.
Que o cansaço nunca nos roube o assombro.
Que a pressa do mundo não nos ensine a escrever raso.
Que tenhamos coragem de rasgar páginas, recomeçar frases
e permanecer fiéis ao tremor honesto daquilo que sentimos.
Escrevemos para não adoecer de excesso,
para não morrer engolidos pelo que não foi dito,
para deixar rastros de humanidade em tempos apressados.
Que nossos textos encontrem morada em outros peitos.
Que nossas dúvidas continuem férteis.
Que nossas cicatrizes aprendam a contar histórias.
Seguimos juntos
solitários na escrita,
irmãos na travessia.
Com afeto e palavra,
Talita Souza Cruz
”



















