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Uma suave paixão
Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 26/02/2026 ás 14:58Texto: SUAVE PAIXÃO
Lindo.... Composto de uma inspiração da alma
Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 26/02/2026 ás 14:56Texto: ARCO-ÍRIS DE LUZ
Vibrante! Palmas!
Lorde Égamo | 26/02/2026 ás 14:24Texto: TOQUE (Catadupa)
Lindíssimo poema parabéns
Maria Lurdes | 26/02/2026 ás 12:11Texto: ARCO-ÍRIS DE LUZ
Lindo Poema lindo!!
SERGIO EDUARDO DA SILVADa Silva | 26/02/2026 ás 11:38Texto: ARCO-ÍRIS DE LUZ
Obrigada pelo carinho!
Liliane Inácia da Silva | 26/02/2026 ás 06:19Texto: ARCO-ÍRIS DE LUZ
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Depoimentos
Curitiba-PR
“
Amigos,
que nossas mãos nunca se esqueçam do peso sagrado das palavras,
nem nossos olhos desaprendam a ver beleza nas frestas.
Somos artesãos do invisível.
Costuramos silêncios com letras,
erguemos pontes onde antes havia abismos,
damos nome ao que dói e forma ao que insiste em nascer.
Que o cansaço nunca nos roube o assombro.
Que a pressa do mundo não nos ensine a escrever raso.
Que tenhamos coragem de rasgar páginas, recomeçar frases
e permanecer fiéis ao tremor honesto daquilo que sentimos.
Escrevemos para não adoecer de excesso,
para não morrer engolidos pelo que não foi dito,
para deixar rastros de humanidade em tempos apressados.
Que nossos textos encontrem morada em outros peitos.
Que nossas dúvidas continuem férteis.
Que nossas cicatrizes aprendam a contar histórias.
Seguimos juntos
solitários na escrita,
irmãos na travessia.
Com afeto e palavra,
Talita Souza Cruz
”Carlinda-MT
“Participar da Família Literária, fazer parte do Projeto Escritores Contemporâneos é maravilhoso. Antes eu escrevia apenas para mim, agora escrevo para outros olhos e diversos modos de pensar e analisar, e não tenho medo disso, estou aberta a qualquer crítica construtiva e incentivos literários, afinal, estou em constante aprendizagem. Hoje digo que sou escritora. Amo cada aprendizado que tenho, fazendo parte dessa família e a cada dia cresço, evoluo e amplio ainda mais o meu conhecimento.”
Sinop-MT
“
Minha Travessia Literária
Durante muito tempo, guardei meus escritos como quem protege um segredo. Poesias rabiscadas em cadernos antigos, contos inacabados dormindo em gavetas, sentimentos soltos esperando um espaço para respirar. Eu escrevia, sim — mas em silêncio.
"Até que um dia, no grupo da escola, postaram um link: um concurso de poesia. Pequeno nos detalhes, mas imenso nas consequências. Foi o empurrão que eu não sabia que precisava. Com o coração apertado, enviei um poema. E o que aconteceu depois foi ainda mais surpreendente: fui uma das vencedoras do concurso Sinop, em Versos, conquistando o terceiro lugar. Não foi apenas uma vitória — foi um abraço da vida, dizendo que eu podia. “Foi assim que conheci a família literária.
Fui acolhida de forma tão generosa que, pela primeira vez, senti que minhas palavras tinham casa. Cada mensagem, cada gesto, cada incentivo vindo dessa família me fez querer não apenas escrever mais, mas me reconhecer como escritora. Eles não apenas leram meus textos — eles me enxergaram. E isso não tem preço.
Aos poucos, fui tirando da gaveta meus esboços, reconstruindo contos esquecidos, dando voz a crônicas guardadas e permitindo que a poesia fluísse como rio em tempo de cheia. A escrita, antes tímida, tornou-se um grito de pertencimento.
Por isso, hoje, deixo registrada minha mais profunda gratidão à família literária. Vocês foram farol, terreno fértil e aconchego. E, mais do que tudo, me mostraram que palavras bem acolhidas florescem.
De coração aberto, obrigada por me fazer parte.
”

