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A paixão é a chama da alma
Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 30/03/2026 ás 19:28Texto: FONTE DA PAIXÃO
Esse caminho deve ser maravilhoso...
Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 30/03/2026 ás 19:27Texto: Do hoje ao ontem
Caso essas dunas falassem, muita coisa teria a dizer, quantos segredos seriam revelados, prova é que a escritora em seu "eu lírico" diz: "em cada grão de areia há um pedacinho do meu coração"!
Lorde Égamo | 30/03/2026 ás 19:21Texto: Dunas de amor
Nesta crônica de Keila Rackel a analogia, a analogia é marcante e perfeita. Mui feliz sua lembrança ao vincular a serpente de cobre, erguida por Moisés no deserto, a fim de provocar a cura naqueles que se arrependessem, ao fato de Jesus, o filho de Deus, vir a ser erguido, pregado na cruz, num madeiro, para remissão de todos nós, arrependidos! É o mistério da fé!
Lorde Égamo | 30/03/2026 ás 19:17Texto: A Serpente no Deserto e o Filho da Promessa no Calvário.
Excelente texto poeta!
Rosemeire Santos Silva | 30/03/2026 ás 17:35Texto: FONTE DA PAIXÃO
Superastes
ADAILTON LIMA | 30/03/2026 ás 11:52Texto: MEU NINHO EM TEUS CABELOS
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Depoimentos
Bauru-SP
“
Em 2020, ingressei na família Literárias. Aqui é um lugar de muito trabalho, dedicação e organização, tudo comandado por nossa queridíssima Dolores Flor. Ela não mede esforços para promover e publicar, dando oportunidades aos escritores.
Temos vários projetos, e um que faz a diferença é o Primeiro Autógrafo, que possibilita ao escritor a publicação de seu primeiro livro.
Uma linda festa que acontece todos os anos em dezembro é a Blitz Literária, onde os escritores contemporâneos se reúnem para várias atividades.
À Dolores Flor, só tenho a agradecer por abrir os caminhos que nós, escritores contemporâneos da família Literárias, estamos trilhando.
Rosemeire dos Santos Silva/ Mary Cloe
Sinop-MT
“Participar da família literária é enriquecedor. Amo essa família e estou a cada dia crescendo mais e ampliando mais o conhecimento. Parabéns a todos os envolvidos.”
Curitiba-PR
“
Amigos,
que nossas mãos nunca se esqueçam do peso sagrado das palavras,
nem nossos olhos desaprendam a ver beleza nas frestas.
Somos artesãos do invisível.
Costuramos silêncios com letras,
erguemos pontes onde antes havia abismos,
damos nome ao que dói e forma ao que insiste em nascer.
Que o cansaço nunca nos roube o assombro.
Que a pressa do mundo não nos ensine a escrever raso.
Que tenhamos coragem de rasgar páginas, recomeçar frases
e permanecer fiéis ao tremor honesto daquilo que sentimos.
Escrevemos para não adoecer de excesso,
para não morrer engolidos pelo que não foi dito,
para deixar rastros de humanidade em tempos apressados.
Que nossos textos encontrem morada em outros peitos.
Que nossas dúvidas continuem férteis.
Que nossas cicatrizes aprendam a contar histórias.
Seguimos juntos
solitários na escrita,
irmãos na travessia.
Com afeto e palavra,
Talita Souza Cruz
”



















