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Pois é, querida Poetisa Rosilene, por certo, é o caminho que o amor idealiza. Abraços
Bernadete Crecencio Laurindo | 31/03/2026 ás 08:00Texto: Do hoje ao ontem
Um maravilhoso Rondel, fonte de paixão, cobre com véu um amor que leva ao céu!
Edson Bento | 30/03/2026 ás 20:14Texto: FONTE DA PAIXÃO
A paixão é a chama da alma
Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 30/03/2026 ás 19:28Texto: FONTE DA PAIXÃO
Esse caminho deve ser maravilhoso...
Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 30/03/2026 ás 19:27Texto: Do hoje ao ontem
Caso essas dunas falassem, muita coisa teria a dizer, quantos segredos seriam revelados, prova é que a escritora em seu "eu lírico" diz: "em cada grão de areia há um pedacinho do meu coração"!
Lorde Égamo | 30/03/2026 ás 19:21Texto: Dunas de amor
Nesta crônica de Keila Rackel a analogia, a analogia é marcante e perfeita. Mui feliz sua lembrança ao vincular a serpente de cobre, erguida por Moisés no deserto, a fim de provocar a cura naqueles que se arrependessem, ao fato de Jesus, o filho de Deus, vir a ser erguido, pregado na cruz, num madeiro, para remissão de todos nós, arrependidos! É o mistério da fé!
Lorde Égamo | 30/03/2026 ás 19:17Texto: A Serpente no Deserto e o Filho da Promessa no Calvário.
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“Desde que passei a participar da Família Literária me senti deveras um escritor. É um feedback intenso de informações, interações e energia que nos enleva e amplia nossos horizontes! Parabéns a toda Família Literária.”
Sinop-MT
“Fazer parte da Família Literária tem se tornado uma experiência extremamente enriquecedora. A cada ano a Família Literária cresce, se engrandece e se fortalece. Através dela nos conectamos a tantas outras pessoas com objetivos comuns e essas trocas e interações favorecem o aprendizado e o nosso crescimento como escritores e como seres humanos.”
Sinop-MT
“
Minha Travessia Literária
Durante muito tempo, guardei meus escritos como quem protege um segredo. Poesias rabiscadas em cadernos antigos, contos inacabados dormindo em gavetas, sentimentos soltos esperando um espaço para respirar. Eu escrevia, sim — mas em silêncio.
"Até que um dia, no grupo da escola, postaram um link: um concurso de poesia. Pequeno nos detalhes, mas imenso nas consequências. Foi o empurrão que eu não sabia que precisava. Com o coração apertado, enviei um poema. E o que aconteceu depois foi ainda mais surpreendente: fui uma das vencedoras do concurso Sinop, em Versos, conquistando o terceiro lugar. Não foi apenas uma vitória — foi um abraço da vida, dizendo que eu podia. “Foi assim que conheci a família literária.
Fui acolhida de forma tão generosa que, pela primeira vez, senti que minhas palavras tinham casa. Cada mensagem, cada gesto, cada incentivo vindo dessa família me fez querer não apenas escrever mais, mas me reconhecer como escritora. Eles não apenas leram meus textos — eles me enxergaram. E isso não tem preço.
Aos poucos, fui tirando da gaveta meus esboços, reconstruindo contos esquecidos, dando voz a crônicas guardadas e permitindo que a poesia fluísse como rio em tempo de cheia. A escrita, antes tímida, tornou-se um grito de pertencimento.
Por isso, hoje, deixo registrada minha mais profunda gratidão à família literária. Vocês foram farol, terreno fértil e aconchego. E, mais do que tudo, me mostraram que palavras bem acolhidas florescem.
De coração aberto, obrigada por me fazer parte.
”



















