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O poema "Labirinto" de Djordana Bombarda, é um convite à coragem de fazer um exame introspectivo. O "eu lírico" aceita a vulnerabilidade estar perdido, mas recusa a paralisia! O "labirinto", neste poema, não é apenas o lugar de onde se deve escapar, fugir, mas é um caminho de aprendizado contínuo, onde o objetivo final é a constante evolução do ser!

Lorde Égamo | 29/03/2026 ás 18:06

Texto: LABIRINTO

Que frases lindas dentro desse poema: "O porto mais próximo fica a uma lágrima de distância" e " Adeus, pedaços de retalhos de minha alma" . O "eu lírico" parece padecer, mesmo assim nos encanta por linhas tão belas!

Lorde Égamo | 29/03/2026 ás 17:49

Texto: Pedaços de retalhos da minha alma

O poema "De ti", de Rosy Neves é a expressão de um lirismo melancólico que entende a persistência da dor e da saudade, após a distância existente ou o fim de uma relação malograda!

Lorde Égamo | 29/03/2026 ás 17:44

Texto: De ti

Amo o antigo que encontro perfeitamente bem preservados em sebos, tanto livros, como vinis e até objetos de decoração.

Keila Rackel Tavares | 29/03/2026 ás 16:22

Texto: Relíquias Vivas

Parece muito com meu último texto A viagem introspectiva. Até parece que a mesma musa soprou versos nos seus ouvidos e no meu para que um seja a continuidade do outro. Meus eternos parabéns!

Keila Rackel Tavares | 29/03/2026 ás 15:58

Texto: LABIRINTO

Que perfeição o simbolismo da troca de cores para demostrar morte e renascimento e de um talento magistral, parabéns!

Keila Rackel Tavares | 29/03/2026 ás 15:48

Texto: A folha que o outono matou

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Talita Souza Cruz
Curitiba-PR

Amigos,

que nossas mãos nunca se esqueçam do peso sagrado das palavras,

nem nossos olhos desaprendam a ver beleza nas frestas.

Somos artesãos do invisível.

Costuramos silêncios com letras,

erguemos pontes onde antes havia abismos,

damos nome ao que dói e forma ao que insiste em nascer.

Que o cansaço nunca nos roube o assombro.

Que a pressa do mundo não nos ensine a escrever raso.

Que tenhamos coragem de rasgar páginas, recomeçar frases

e permanecer fiéis ao tremor honesto daquilo que sentimos.

Escrevemos para não adoecer de excesso,

para não morrer engolidos pelo que não foi dito,

para deixar rastros de humanidade em tempos apressados.

Que nossos textos encontrem morada em outros peitos.

Que nossas dúvidas continuem férteis.

Que nossas cicatrizes aprendam a contar histórias.

Seguimos juntos 

solitários na escrita,

irmãos na travessia.

Com afeto e palavra,

Talita Souza Cruz

Eidi Martins
Carlinda-MT

“Participar da Família Literária, fazer parte do Projeto Escritores Contemporâneos é maravilhoso. Antes eu escrevia apenas para mim, agora escrevo para outros olhos e diversos modos de pensar e analisar, e não tenho medo disso, estou aberta a qualquer crítica construtiva e incentivos literários, afinal, estou em constante aprendizagem. Hoje digo que sou escritora. Amo cada aprendizado que tenho, fazendo parte dessa família e a cada dia cresço, evoluo e amplio ainda mais o meu conhecimento.”

Amanda Mazzei
Sinop-MT

“Participar da família literária é enriquecedor. Amo essa família e estou a cada dia crescendo mais e ampliando mais o conhecimento. Parabéns a todos os envolvidos.”

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