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Dia 20 de junho de 2025, Davi Luiz meu filho caçula, então com 11 anos na epoca, passou muito mal, levamos as pressas para a cidade, (moramos a 140km longe da cidade) e ele foi internado com risco de ser induzido a ventilação mecânica. Recebemos o diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1). Foi nesse dia que ouvi falar dessa doença, auto-imune, não transmissível, e segundo os medicos, para o resto da vida. Ouvi que o pancreas dele tinha parado de produzir insulina. Como assim?. Desde então ele requer tratamento diário com insulina humana NPH e tambem a insulina REGULAR quando necessario, monitoramento da glicemia varias vezes por dia e mais 2 comprimidos, D3 de 2000ui e Januvia de 500mg. Tivemos dias bem dificeis, pois Davi era uma criança sem problema algum de saúde, e de repente, fomos sacolejados e puxados para uma realidade que desconhecíamos. Mas eu acredito que esse impossivel será revertido. Para os medicos não tem cura, mas para Deus nada é impossivel. E até a cura do Davi, nos vamos seguindo com todo cuidado.

Eidi Martins | 19/03/2026 ás 14:28

Texto: Meu Doce Matheus

Uma conversa bem elaborada nobre poeta. Parabens.

Eidi Martins | 19/03/2026 ás 13:53

Texto: CONVERSA COM UM PEDREIRO

Obrigada pela analogia! Poeta !

Rose Correia | 19/03/2026 ás 12:48

Texto: Reescrita

Belíssimo poema adorei parabéns

Maria Lurdes | 19/03/2026 ás 12:45

Texto: CONVERSA COM UM PEDREIRO

Este poema me faz lembrar a águia que após uma certa idade voa até o alto de uma montanha e lá perde o bico, as asas, as garras, para algum tempo depois se restabelecer com novo bico, novas asas e novas garras.

Lorde Égamo | 19/03/2026 ás 11:45

Texto: Reescrita

Que linda conversa...

Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 19/03/2026 ás 11:23

Texto: CONVERSA COM UM PEDREIRO

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Edna Reis
Vera-Mt

Me chamo Edna Maria dos Santos,sempre fui apaixonada por leitura e escrita.Enfim aos 38 anos criei coragem de mostrar oque escrevo sei que pra alguns pode ser bobagem mas pra mim a literatura salvou minha vida .

Em momentos complicados minha única companhia eram os livros eu saia de um mundo turbulento para entrar em um mundo que eu amava estar .Na minha adolescência ficava trancada o final de semana todos lendo.Que saudades dessa época ,os livros me ensinaram muito é óbvio inclusive a como lidar com outros seres humanos.Por isso amo os livros e meu maior sonho é ser uma escritora para levar conhecimento ao mundo 

CESAR MURIANA
Sinop-MT

Quero testemunhar uma das grande emoções de minha vida, no qual foi realizado na 6ª Blitz Literária 2025.

Momento de alegria, realização, satisfação e grande emoções com a presença de meus familiares, de todos os convidados, escritores, autoridades, para esse momento magico. Nasce um filho que é o meu livro de ANTOLOGIA DE POESIAS GAÚCHAS E DECLAMAÇÃO- Clube da Poesia.

Foi um desejo de anos em poder ajudar meus alunos e tambem os pais dos meus alunos que procuram poesias gauchas para declamarem em suas cidades, em rodeios artísticos e até mesmo concursos e saraus.

A BLITZ faz magia com os escritores, e em todos os momentos viver cultura, livro, exposições, palestras, network com novos escritores, ver a realização das pessoas em conhecer essa magia.

Nunca será esquecido o que minha parceira Dolores FLor proprietaria da Editora Acoes Literarias e idealizadora da Blitz Literario, fez para que tudo acontecesse e um sonho virasse realidade.

Meu muito obrigado a todos e a tudo. 

Silvia Dos Santos Alves
Sinop-MT

Minha Travessia Literária

Durante muito tempo, guardei meus escritos como quem protege um segredo. Poesias rabiscadas em cadernos antigos, contos inacabados dormindo em gavetas, sentimentos soltos esperando um espaço para respirar. Eu escrevia, sim — mas em silêncio.

"Até que um dia, no grupo da escola, postaram um link: um concurso de poesia. Pequeno nos detalhes, mas imenso nas consequências. Foi o empurrão que eu não sabia que precisava. Com o coração apertado, enviei um poema. E o que aconteceu depois foi ainda mais surpreendente: fui uma das vencedoras do concurso Sinop, em Versos, conquistando o terceiro lugar. Não foi apenas uma vitória — foi um abraço da vida, dizendo que eu podia. “Foi assim que conheci a família literária.

Fui acolhida de forma tão generosa que, pela primeira vez, senti que minhas palavras tinham casa. Cada mensagem, cada gesto, cada incentivo vindo dessa família me fez querer não apenas escrever mais, mas me reconhecer como escritora. Eles não apenas leram meus textos — eles me enxergaram. E isso não tem preço.

Aos poucos, fui tirando da gaveta meus esboços, reconstruindo contos esquecidos, dando voz a crônicas guardadas e permitindo que a poesia fluísse como rio em tempo de cheia. A escrita, antes tímida, tornou-se um grito de pertencimento.

Por isso, hoje, deixo registrada minha mais profunda gratidão à família literária. Vocês foram farol, terreno fértil e aconchego. E, mais do que tudo, me mostraram que palavras bem acolhidas florescem.

De coração aberto, obrigada por me fazer parte.

 

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