comentários
Amei...
Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 11/02/2026 ás 19:34Texto: A Canção e a Melodia na Nossa Vida...
Eu também vaguei nos versos desse poema.
Rosilene Rodrigues Neves de Meneses | 11/02/2026 ás 19:04Texto: Aí de mim no baile dos vagalumes
Você está deveras inspirada!!!!
Lorde Égamo | 11/02/2026 ás 18:50Texto: Aí de mim no baile dos vagalumes
Maravilhoso poema adorei parabéns sucessos sucessos sucessos sucesso
Maria Lurdes | 11/02/2026 ás 18:38Texto: Aí de mim no baile dos vagalumes
Poema Parnasiano, mais pela estrutura do texto do que pela temática. É bem ao molde europeu, com o diferencial de que o Eu lírico é intrinsecamente subjetivo e com beleza espiritual. Não é seco, é extremamente romântico!
Tony Antunes | 11/02/2026 ás 17:29Texto: DOCE CANTAR
Lindo poema!!
Rose Correia | 11/02/2026 ás 13:57Texto: Balé das borboletas
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“Participar da família literária é enriquecedor. Amo essa família e estou a cada dia crescendo mais e ampliando mais o conhecimento. Parabéns a todos os envolvidos.”
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“"Fazer parte da Família Literária é como abrir as janelas da alma para o mundo. Aqui, minhas palavras encontraram morada, minha voz encontrou eco, e meu sonho de escrever ganhou asas. A cada antologia, a cada projeto, sinto que cresço não apenas como escritora, mas como ser humano. É mais do que literatura é afeto compartilhado, é inspiração coletiva, é vida pulsando em versos e histórias. Gratidão por esse espaço que acolhe com tanto respeito, incentivo e paixão por aquilo que realmente transforma: a palavra."”
Curitiba-PR
“
Amigos,
que nossas mãos nunca se esqueçam do peso sagrado das palavras,
nem nossos olhos desaprendam a ver beleza nas frestas.
Somos artesãos do invisível.
Costuramos silêncios com letras,
erguemos pontes onde antes havia abismos,
damos nome ao que dói e forma ao que insiste em nascer.
Que o cansaço nunca nos roube o assombro.
Que a pressa do mundo não nos ensine a escrever raso.
Que tenhamos coragem de rasgar páginas, recomeçar frases
e permanecer fiéis ao tremor honesto daquilo que sentimos.
Escrevemos para não adoecer de excesso,
para não morrer engolidos pelo que não foi dito,
para deixar rastros de humanidade em tempos apressados.
Que nossos textos encontrem morada em outros peitos.
Que nossas dúvidas continuem férteis.
Que nossas cicatrizes aprendam a contar histórias.
Seguimos juntos
solitários na escrita,
irmãos na travessia.
Com afeto e palavra,
Talita Souza Cruz
”

